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domingo, 5 de dezembro de 2010

O estudo de Breuer no caso Anna O


     Bertha Pappenheim Ficou conhecida pelo pseudônimo Anna O. após um  estudo de histeria realizado  pelo médico e psicólogo Josef Breuer com a ajuda de Sigmund Freud, que tinha Breuer como a figura de seu pai. Ambos discutiam casos a respeito de seus pacientes inclusive da paciente  de  21 anos , Anna O.
     Esta era muito bonita e inteligente, porém apresentava sintomas de histeria (paralisia, perda de memória,deteriorizaçaão mental, náuseas , distúrbios visuais e orais). Durante o tratamento descobriram que os primeiros sintômas apareceram depois da morte de seu pai. O tratamento foi iniciado com o método hipnótico para que se pudesse enterder as origens dos sintomas, durante as sessões percebeu-se que que a histeria tinha um envolvimento com seu passado, diante desse  fator os sintomas foram reduzidos  ou até mesmo eliminados. Anos depois Breuer disse a ela que não podia continuar o tratamento dela devido a aproximidade que os dois tinham adiquirido.
    Análises posteriores  revelaram que Anna não foi curada atráves do método catártico, e que após Breuer deixar de tratá-la, ficou viciada em morfina. O relato de Breuer sobre Anna O foi de suma importância para o desenvolvimento da psicanálise por ter aprofundado no estudos sobre histerias e por desenvover o método catártico. Freud adotou os métodos de Breuer(hipnose e catártico) mas ficou insatisfeito com o método hipnótico, pois raramente obtia-se a cura e sim o àlivio. Também descobriu que não era possível hipnotizar a todos, mas apenas aqueles que possuem um poder de concentração maior.  Diante desse problema, Freud abandonou a hipnose e  adotou  a técnica de livre associação (técnica em que o paciente diz o que vem a sua mente). O objetivo desse sistema ultilizado por Freud era trazer o pensamento reprimido causador de histeria do paciente.
   Com essa análise, descobriu-se que as histerias (neuroses) decorriam de um conjunto de lembranças que remetiam à infância, ligadas aos fatores sexuais. Chegou à conclusão de que "os distúrbios neurótico são originados nos fatores sexuais’’.
    Porém Freud e Breuer discutiram sobre  a convicção de ser ‘’exclusivamente limitado  ao sexo, o comportamento neurótico’’ não convencendo Breuer, pois esse acreditava que não era o sexo a única explicação, rompendo então o laço de  amizade entre os dois. Freud viria a reconhecer mais tarde e publicamente o trabalho de Breuer sobre a histeria.
    Ao saber da morte de Breuer Freud ficou tocado e pediu desculpas aos filhos de Breuer. O trabalho de Breuer  foi fundamental principalmente na psicanalise no âmbito da histeria, sendo o maior responsável, é claro, que com a ajuda de Freud pelo resultado obtido no estudo das histerias e neuroses.

Autora: Elisen (1o período)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

“O Caso de Anna O.”

     Anna era uma mulher de 21 anos, inteligente e atraente, apresentava sintomas profundos de histeria, incluindo paralisia, perda de memória, náuseas e distúrbios visuais e orais. Os sintomas apareceram quando ela cuidava do pai que estava morrendo, alimentava por ele uma espécie de paixão.
     O Caso de Anna O. foi importante para o desenvolvimento da psicanálise por ter apresentado a Freud o método catártico, a chamada cura por meio da conversa.
     O médico Josef Breuer, começou o tratamento usando hipnose, ele pensava que enquanto estivesse hipnotizada, ela se lembraria das experiências especificas que pudessem ter originado alguns dos sintomas. Se sentia aliviada  ao falar sobre as experiências durante a hipnose, relatava os incidentes perturbadores ocorridos durante o dia, referia-se as conversas como uma limpeza de chaminé ou o que chamou de cura da palavra. De acordo com o seguimento das  sessões, os incidentes de que Anna se lembrava estavam relacionados com pensamentos  que repudiava. Revivendo as experiências perturbadoras durante a sessão de hipnose, os sintomas eram reduzidos ou eliminados.
     E então Anna exibia o que se tornou conhecida como transferência positiva (processo pelo qual um paciente responde ao terapeuta como se ele fosse uma pessoa importante “como o pai ou a mãe” em sua vida). Nesse caso ela estava transferindo o amor que sentia pelo o pai para Breuer, que teria sido incentivada pela semelhança de ambos.  
     Análises posteriores revelaram que Anna O. (cujo nome verdadeiro era Bertha Pappenheim) não foi curada com os tratamentos catárticos. Ele acreditava que  Bertha enlouquecera e sofreria até morrer. Ela superou os problemas emocionais, tornou-se assistente Social e feminista, escreveu uma peça sobre os direitos da mulher e acabou sendo homenageada com a criação de um selo postal alemão.

Autora: Priscila (1o período)