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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bullying e o preconceito

     A velha frase "O homem é um produto do meio" pode assustar. Mas será que não temos ai uma grande verdade? O que dizer das pessoas que tão facilmente se adequam com a realidade de seu grupo (meio social), mesmo que essa realidade possa parecer e ser as vezes absurdas, como no caso do bullying?  



      Digo parecer, pois ,tecnicamente falando a preconceitos positivos e negativos .Se analisarmos como pensamos, vemos e entendemos um agressor ,notaremos que ele se sente certo quanto a seu comportamento referente a vítima do bullying. Algo em seu íntimo o faz reagir com agressividade, julgamento antecipado e hostilidade ao se ver diante de alguém que, para ele, não atende a seus requisitos de beleza, raça, classe social, religiosidade, etc.
     Por outro lado ,vemos uma pessoa agredida, que sofre física e principalmente emocionalmente .Relatos de pessoas vítimas do bullying dizem que muitos de seus agressores nem ao menos sabem seu nome, pois, os apelidos pejorativos são lhes atribuídos antes mesmos deles se apresentarem.


     Certo é que o preconceito é uma atitude, e o poder está nas mãos e na mente de cada ser, que pode, com seus, atos escolher ser ou não humano.


Autoras: Angélica e Aparecida (2o período)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Preconceito no dia-a-dia

     O Preconceito é uma atitude emocional preconcebida e antecipada, onde encontramos manifestações discriminatórias, sejam elas contra pessoas, lugares, etnias,  tradições, política, religião, esporte, entre outros . O Preconceito é, portanto, um sentimento antecipado e precipitado, sem fazer um julgamento ou análise prévia,  sobre cor, raça, credo, opções, atributos físicos, etc. Sendo, portanto, influenciada por estereótipos.


     Vemos, a cada dia, atitudes homofóbicas em toda parte o que, na verdade, conforme a imagem,  também configura-se como uma demonstração de discriminação contra aquele que, como qualquer pessoa, tem o direito de expressar-se. Vemos ainda, em escolas, a prática bastante comum de alunos praticando o Bullying,  que é um comportamento agressivo, seja físico ou psicológico, discriminatório contra os colegas mais "fracos" , seja do ponto de vista da timidez, da classe social, por serem pobres ou  por atributos físicos, como por exemplo, os obesos ou "gordinhos" e, temos também na mesma imagem, a mensagem quanto à discriminação quanto aos pobres e  negros que , também  recebem  de grande parcela da sociedade, uma grande carga de preconceito e discriminação.


Autor: Albino (2o período).

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Educação infantil pode diminuir o preconceito

     O preconceito é algo generalizado. Está presente em todos os lugares e é manifestado comportamentalmente como discriminação frente  pessoas, lugares e tradições consideradas “diferentes”. Suas formas mais comuns são voltadas a questões raciais, sociais, sexuais. Pode ser individual ou social. Seja com base em informações limitadas ou por um erro fundamental de atribuição.
Segundo Aronson, “o preconceito nos induz a preferir nossa própria família, tribo ou raça e a tratar os estranhos com hostilidade”.
    Para se fazer uma abordagem sobre o preconceito é necessário falar sobre o estereótipo que se caracteriza por definir, limitar e generalizar grupos ou pessoas na sociedade, caracterizando quase todos os membros como idênticos, sem considerar as variações reais entre eles. Este pode ser controlado pelo consciente. Pesquisas de cognição social têm indicado que os estereótipos podem ser modificados.
     A discriminação pode desencadear danos muitas vezes irreparáveis a quem sofre este ato, e um dos maiores prejuízos e na auto-estima; uma vez ferida, o indivíduo tende a cair em um auto-reducionismo acreditando que é realmente inferior aos outros. É importante que todos tenham uma boa auto-estima, pois esta guia o homem a seguir caminhos que opta o mais importante que é o de aceitação e de entendimento que não é possível agradar a todos e ainda que sua identidade deve ser preservada.
  O preconceito nasce também em grupos, e são caracterizados como intragrupos e extragrupos. Pesquisas mostram que o intragrupo implica em dizer que tratamos os membros do nosso grupo de maneira mais positiva do que os membros do extragrupo, e os consideramos mais semelhantes entre si do que o seu grupo.
   Os membros do extragrupo sentem-se ameaçados. A afirmação de que seus comportamentos possam confirmar o estereótipo esperado a respeito do seu grupo. Isso acarreta na profecia auto-realizado que confirma ao gerar, involuntariamente, as expectativas do intragrupo sobre o extragrupo pela forma como os tratamos.
    A teoria de aprendizagem social sustenta que de acordo com nossa cultura, pais, colegas, mídia entre outros aprendemos normas, esteriótipos e até mesmo preconceitos, mostrando que os mesmos estão na sociedade em geral.
    A psicologia social acredita que para a diminuição de preconceito é necessário a interação entre intragrupo e extragrupo, incluindo as condições de interdependência mútua, um objetivo em comum, status igual, contato formal, interpessoal, contatos múltiplos e normas sociais de igualdade.
   Propõe-se que a solução é começar ainda na infância a usar a educação para denotar a importância do respeito às individualidades alheias e que devem estar preservadas para que a harmonia e a equidade sempre prevaleçam.

Acadêmicas: Dannuse Walleska e Mônica Mendes (2o período).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A solução dos preconceitos


     O preconceito pode ser considerado um comportamento que age como mecanismo de sobrevivência, nos fazendo preferir nossa própria família, raça, religião e tratando os outros com indiferença e hostilidade.

     É um comportamento aprendido, muitas vezes passado pelo exemplo dos pais para os filhos, como modelos, em quem eles se espelham. Mas nem sempre é retido até a vida adulta!

     Um passo fundamental é a criação de grupos baseado em características. Os INTRAGRUPOS (pessoas que fazem parte de um mesmo grupo) acreditam que as pessoas do EXTRAGRUPO (pessoas que não fazem parte do mesmo grupo) são todas iguais, criando assim os ESTEREÓTIPOS.

     Estereotipagem é a forma de generalização em relação a um grupo de pessoas com características idênticas, atribuindo – as, a todos desse meio, sem exceção ou levar nada em consideração.

     O preconceito, sem dúvida, está presente em todos os lugares. Mas há alguns modos de fazer com que seja reduzido. O Contato, por exemplo, faz diminuir a hostilidade, na questão da interdependência mútua e objetivo comum, onde todos devem se unir para conseguir realizar algo; a Igualdade de Status, Contatos Múltiplos, Contatos Interpessoal Informal, Normas Sociais de Igualdade.


Enfim, seguindo essas condições, os grupos hostis reduziram esses comportamentos discriminatórios.


Autoras: Kêssia e Samara (2o período)