Muitas vezes a baixa auto-estima acaba vinda do berço, onde os próprios pais colocam seus filhos pra baixo, com certas brincadeiras, críticas ou até mesmo chamar a atenção constantemente. Pelo fato da pequena idade, as crianças não possuem a capacidade de discernir uma brincadeira da realidade e isso faz com que essa criança comece a pensar que não consegue fazer nada certo, e acaba se tornando um adulto complexado com seu corpo e suas atitudes. Enfim, acaba não possuindo uma vida saudável.
Como se pode reverter esse caso?
A pessoa que possui a auto-estima baixa deve sempre pensar de certa forma na força divina que seria a que, se Deus o criou é porque ele tem um propósito para ele, e que ele tem uma função única por estar vivo. Também uma opção é a de fazer e retribuir favores. Com esses exercícios à pessoa começa a se sentir útil e assim o quadro acaba se revertendo.
Autor: Otávio (2o período)
Este blog reúne as produções e as discussões públicas dos alunos e professores do Curso de Psicologia das Faculdades IESGO.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
O enfoque da auto-estima e o desejo de sentir-se bem consigo mesmo
A nossa auto-estima funciona basicamente como uma injeção de energia para o nosso corpo, contribuindo então para nosso bem estar.
Muitas pessoas colocam como prioridade o fato de se considerar capazes, alegres, e de bem consigo mesmas. Isso se designa no que é realmente a auto-estima.
Auto-estima é quando uma pessoa confia em si mesma, sentindo-se capaz de enfrentar todos os desafios que encontra na vida. É expressar de forma satisfatória para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio.
É também na infância que a auto-estima pode ser formada, através da educação e do tratamento recebido pelos familiares, amigos e professores. O ambiente em que a criança cresce pode também influenciar, pois este pode construir ou destruir a confiança si mesmo.
Autora: Samara (2o período)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Auto-estima: Obesidade no desenvolvimento Infantil
Em Psicologia, auto-estima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau (Sedikides & Gregg, 2003).
Observando a imagem acima, vemos que começa a se formar uma identidade que nos mantém bem ou mal com nossa própria imagem desde a infância. O preconceito e a discriminação criados pela visão da estética é uma causa de angústia e sofrimento para uma criança e pior ainda na adolescência. Por serem motivo de piadas na prática de exercícios que envolvem agilidade, os “gordinhos” vão ficar em desvantagem e poderão sofrer a exclusão do grupo nessas atividades.
Apelidos de mal gosto costumam ser um dos motivos que levam os adolescentes obesos a tornar-se anti-sociais e entrarem em depressão.
Temos necessidade de nos sentirmos bem conosco mesmos, de mantermos uma boa imagem e termos uma boa auto-estima para continuarmos a desfrutar da vida maravilhosa que Deus nos proporciona.
Autor: Egídio (2o período)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Inveja e auto-estima - teoria da manutenção da auto-avaliação
Nem sempre as pessoas são más, mesquinhas, até mesmo invejosas ou que tentam prejudicar o desempenho de seus amigos. Em muitas situações nos mostramos prestativos quando o assunto é amizade, mas se a questão em jogo se tratar da nossa auto-estima a situação já muda de figura e já não somos tão prestativos assim.
Todos nós temos capacidades e traços aos quais damos muito valor e se nos deparamos com alguém que é melhor nela do que somos, haverá aí um problema - variedade de DISSONÂNCIA. Segundo a teria de manutenção da auto-avaliação de Tesser(1988) o nosso auto-conceito pode ser ameaçado pelo comportamento de outra pessoa, o nível da ameaça é determinado tanto pela proximidade do outro quanto pela importância para nós do comportamento.
A dissonância ocorre quando um amigo íntimo é melhor em uma tarefa importante para nossa auto definição. O que realmente incomoda o indivíduo que está sofrendo essa dissonância é o fato de uma pessoa próxima, querida, amada ser melhor em aspectos que este considere importante e relevante. Mexe muito com a auto-estima da pessoa ver que tem alguém, bem próxima a ela, que o supera em algo que queira se destacar.
Podemos dizer que esse problema da dissonância é sentir inveja do outro e não aceitar que o outro consiga se destacar. Para resolver essa dissonância, nós podemos: 1) aceitar e elogiar a vitória o outro; 2) afastar-nos do outro; 3) minimizar a importância dessa diferença; ou 4) tentar melhorar nosso próprio desempenho.
Autoras: Lídia e Dyanata
Todos nós temos capacidades e traços aos quais damos muito valor e se nos deparamos com alguém que é melhor nela do que somos, haverá aí um problema - variedade de DISSONÂNCIA. Segundo a teria de manutenção da auto-avaliação de Tesser(1988) o nosso auto-conceito pode ser ameaçado pelo comportamento de outra pessoa, o nível da ameaça é determinado tanto pela proximidade do outro quanto pela importância para nós do comportamento.
A dissonância ocorre quando um amigo íntimo é melhor em uma tarefa importante para nossa auto definição. O que realmente incomoda o indivíduo que está sofrendo essa dissonância é o fato de uma pessoa próxima, querida, amada ser melhor em aspectos que este considere importante e relevante. Mexe muito com a auto-estima da pessoa ver que tem alguém, bem próxima a ela, que o supera em algo que queira se destacar.
Podemos dizer que esse problema da dissonância é sentir inveja do outro e não aceitar que o outro consiga se destacar. Para resolver essa dissonância, nós podemos: 1) aceitar e elogiar a vitória o outro; 2) afastar-nos do outro; 3) minimizar a importância dessa diferença; ou 4) tentar melhorar nosso próprio desempenho.
Autoras: Lídia e Dyanata
A auto-estima e os cuidados ao sentir-se bem consigo mesmo
Todo mundo gosta de se sentir bem!
De ser preciso e competente nas coisas em que lhes são confiadas e destinadas a realizar. De ser bem visto por todos... Enfim, ser alguém que tenha a “consciência limpa”.
Mas há aquelas pessoas que não conseguem admitir o seu próprio erro em hipótese alguma, só para não terem em sua mente as suas escolhas erradas, mal informadas ou mal intencionadas. Quando a auto-estima da pessoa é ameaçada por algo que fez, ela costuma entrar em dissonância coginitiva, já discutido anteriormente nesse blog.
A Psicologia Social nos explica algumas formas de resolução da dissonância cognitiva usadas para nos “livrarmos” dos pesos dos maus comportamentos que tivemos, como o de JUSTIFICAR O COMPORTAMENTO PASSADO por exemplo, que significa distorcer algo que se fez de ruim, dando uma explicação racional ao ocorrido, mesmo que para todos, a sua volta, a verdadeira razão do ato esteja clara.
Pessoas normais como nós, também estamos sujeitas a fazer uso dessa, ou de outras auto-justificações, para que possamos nos sentir melhor, ou seja, não é um comportamento restrito apenas para quem se sente extremamente necessitado de AUTO-ESTIMA, só não podemos exagerar nesse remédio tão comum no dia-a-dia, mas sim assumir nossos erros procurando evitá-los ao invés de racionalizá-los.
Autora: Késsia Dutra (2o período)
De ser preciso e competente nas coisas em que lhes são confiadas e destinadas a realizar. De ser bem visto por todos... Enfim, ser alguém que tenha a “consciência limpa”.
Mas há aquelas pessoas que não conseguem admitir o seu próprio erro em hipótese alguma, só para não terem em sua mente as suas escolhas erradas, mal informadas ou mal intencionadas. Quando a auto-estima da pessoa é ameaçada por algo que fez, ela costuma entrar em dissonância coginitiva, já discutido anteriormente nesse blog.
A Psicologia Social nos explica algumas formas de resolução da dissonância cognitiva usadas para nos “livrarmos” dos pesos dos maus comportamentos que tivemos, como o de JUSTIFICAR O COMPORTAMENTO PASSADO por exemplo, que significa distorcer algo que se fez de ruim, dando uma explicação racional ao ocorrido, mesmo que para todos, a sua volta, a verdadeira razão do ato esteja clara.
Autora: Késsia Dutra (2o período)
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