quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Burrhus Frederic Skinner (1904 – 1990)

B. F. Skinner nasceu na Pensilvânia, em 1904, formou-se em língua inglesa na Universidade de Nova York antes de ingressar para a psicologia, que cursou em Harvard onde conheceu o behaviorismo. Foram anos dedicados a experiências com ratos, pombos e a produção de livros. Criou pequenos ambientes fechados que ficaram conhecidos como caixas de Skinner,q quando  um rato é colocado dentro de uma caixa fechada que contém apenas uma alavanca e um fornecedor de alimento. Quando o rato aperta a alavanca sob as condições estabelecidas pelo experimentador, um bolinho de alimento cai na tigela de comida, recompensando assim o rato. Após o rato ter fornecido essa resposta o experimentador pode colocar o comportamento do rato sob o controle de uma variedade de condições de estímulos.
Quando sua filha nasceu, Skinner criou um berço climatizado, assim originando boatos de que teria submetido sua pequena filha a experiências semelhantes às que fazia com os ratinhos.
 Em 1948, aceitou o convite para ser professor em Harvard, onde ficou até o fim da vida. Morreu em 1990, em ativa militância em favor do behaviorismo.
Autora: Najara (1o período)

James Mill (1773 – 1836 )

     Mesmo vindo de família humilde seus pais fizeram questão que tivesse educação de primeiro nível e o mandarão a escola de Parroquia primeiro e depois a Academia Montrose, depois ingressou na Universidade de Edimburgo onde diferenciou-se em conhecimentos profundos na antiga Grécia.
     Licenciado em 1798 como predicador, James não teve grande sucesso. Entre 1790 a 1802 além de vários doutorados também se dedicou a estudos históricos e filosóficos . Desde de 1803 até 1806 trabalhou como editor em um grande jornal chamado O salário Literário neste mesmo período também editou As Crônicas de St. James e período. Em 1805 casou-se com Harriet Burrow com quem um ano depois teve seu filho Jonh Aturt Mill.
    James Mill, teve um grande chefe colega, Jremy Bentham. Em 1808 começou a escrever para o Edinburg Review onde muito contribuiu até 1813, seu primeiro artigo foi “ Dinheiro e intercâmbio” . Trabalhou também com William Allem em um jornal chamado “ O filantropista” .      Contribuiu maioritariamente em todos os números; seus tópicos de preferência foram educação, o libertado de imprensa e disciplina carcerária. Realizou violentos ataques contra a Igreja em conexão com a controvérsia de Bell e Lancaster, e tomou uma parte predominante nas discussões que levaram a fundação da Universidade de Londres em 1825. Em 1814 escreveu um número de artigo contendo uma exposição de utilitarismo para o suplemento da quinta edição da enciclopédia Britânica
     Desde 1824 até 1826 Mill contribuil ao Westminster Review. Em 1829 apareceu sua analise do fenômeno da mente humano. Desde 1831 até 1833 ele ocupou-se da defesa da companhia inglesa das indígenas orientais. Escreveu para o London Revien em 1834 um notável artigo titulado “A igreja e sua reforma”, sendo muito céptico por sua época dando a imagem do Review. Seu ultimo livro publicado foi o Fragmento em Mackintosk (1835)
    Seu intelecto era lógico até no ponto mais alto, era claro e preciso.

Autora: Hárita (1o Período)

A Educação infantil pode diminuir o preconceito

     O preconceito é algo generalizado. Está presente em todos os lugares e é manifestado comportamentalmente como discriminação frente  pessoas, lugares e tradições consideradas “diferentes”. Suas formas mais comuns são voltadas a questões raciais, sociais, sexuais. Pode ser individual ou social. Seja com base em informações limitadas ou por um erro fundamental de atribuição.
Segundo Aronson, “o preconceito nos induz a preferir nossa própria família, tribo ou raça e a tratar os estranhos com hostilidade”.
    Para se fazer uma abordagem sobre o preconceito é necessário falar sobre o estereótipo que se caracteriza por definir, limitar e generalizar grupos ou pessoas na sociedade, caracterizando quase todos os membros como idênticos, sem considerar as variações reais entre eles. Este pode ser controlado pelo consciente. Pesquisas de cognição social têm indicado que os estereótipos podem ser modificados.
     A discriminação pode desencadear danos muitas vezes irreparáveis a quem sofre este ato, e um dos maiores prejuízos e na auto-estima; uma vez ferida, o indivíduo tende a cair em um auto-reducionismo acreditando que é realmente inferior aos outros. É importante que todos tenham uma boa auto-estima, pois esta guia o homem a seguir caminhos que opta o mais importante que é o de aceitação e de entendimento que não é possível agradar a todos e ainda que sua identidade deve ser preservada.
  O preconceito nasce também em grupos, e são caracterizados como intragrupos e extragrupos. Pesquisas mostram que o intragrupo implica em dizer que tratamos os membros do nosso grupo de maneira mais positiva do que os membros do extragrupo, e os consideramos mais semelhantes entre si do que o seu grupo.
   Os membros do extragrupo sentem-se ameaçados. A afirmação de que seus comportamentos possam confirmar o estereótipo esperado a respeito do seu grupo. Isso acarreta na profecia auto-realizado que confirma ao gerar, involuntariamente, as expectativas do intragrupo sobre o extragrupo pela forma como os tratamos.
    A teoria de aprendizagem social sustenta que de acordo com nossa cultura, pais, colegas, mídia entre outros aprendemos normas, esteriótipos e até mesmo preconceitos, mostrando que os mesmos estão na sociedade em geral.
    A psicologia social acredita que para a diminuição de preconceito é necessário a interação entre intragrupo e extragrupo, incluindo as condições de interdependência mútua, um objetivo em comum, status igual, contato formal, interpessoal, contatos múltiplos e normas sociais de igualdade.
   Propõe-se que a solução é começar ainda na infância a usar a educação para denotar a importância do respeito às individualidades alheias e que devem estar preservadas para que a harmonia e a equidade sempre prevaleçam.

Acadêmicas: Dannuse Walleska e Mônica Mendes (2o período).

Mudança de atitude e persuasão

Segundo a Psicologia Social as atitudes são avaliações que fazemos das pessoas, de objetos e idéias e consistem em uma reação positiva ou negativa a alguma coisa. Elas são formadas por um componente afetivo (reações emocionais ao objeto), um componente cognitivo (nossos pensamentos e opiniões sobre o objeto) e um componente comportamental (nossas ações ou comportamento observável em relação ao objeto). Quando as atitudes mudam, geralmente acontece por influências sociais. Nossas atitudes em relação a tudo podem ser influenciadas pelo que outras pessoas fazem ou dizem.
            Assim, um método para mudar as atitudes consiste em apresentar informações persuasivas às pessoas para que ajam da maneira como queremos. Ou ainda apresentar o que é conhecido como comunicação geradora de medo: uma mensagem persuasiva que tente, através do medo, mudar as atitudes. Um outro modo de mudar as atitudes das pessoas é através da mensagem que enfatiza ou os ganhos ou as perdas. Através da mensagem que enfatiza os ganhos, é mostrado para a pessoa o que ela tem a ganhar ao adotar o comportamento que está sendo proposto e a mensagem que enfatiza as perdas destaca o que ela tem a perder ao evitar o comportamento mostrado.
Tradução do vídeo: “Embrace life     (abrace a vida)
Always wear your seatbelt”     (sempre use o cinto de segurança)

            No vídeo acima pode ser observado as três formas para se mudar uma atitude. A primeira consiste na comunicação geradora de medo, apresenta uma cena representando um acidente, o que gera medo em quem assiste, e em seguida mostra a recomendação de se usar o cinto de segurança para que quem assiste possa se tranqüilizar, pensando que se adotar o comportamento que foi mostrado reduzirá seu medo. A segunda enfatiza as perdas, de maneira que se a pessoa que assiste não adota o comportamento de usar o cinto de segurança, em um acidente ela pode perder principalmente sua vida. E a terceira destaca os ganhos, se a pessoa estiver usando o cinto de segurança, mesmo se se envolver ou não em um acidente, ela estará mais segura.
            E ainda falando de atitude e mudança de comportamento, o que dizer sobre atitudes agressivas? No vídeo abaixo, podemos ver exatamente isso, um exemplo claro de como nossas atitudes podem ser influenciadas pelo que as outras pessoas fazem. Tudo que vemos ou ouvimos (seja por influência das pessoas ou da mídia) pode mudar o nosso jeito de pensar, sentir e agir. Por isso, devemos ter bastante cuidado com o que vemos ou pior, com o que permitimos que as crianças vejam, já que por estarem em uma fase de desenvolvimento, estão mais sujeitas ainda a serem influenciadas.


Tradução do vídeo: “Children see          (crianças vêem)    Children do          (crianças fazem)
 Make your influence positive”        (faça sua influência positiva)

Autoras: Isabela e Regilene (2o Período)

Comportamento pró-social e seleção da parentela


De maneira muito simples estas imagens  retratam a psicologia evolucionária, onde o instinto biológico de uma mãe a levou a defesa de sua prole colocando em risco a própria vida. Nesta ação há vários mecanismos envolvidos em evidência: biológicos, psicológicos e sociais.

Pode se visualizar também o comportamento pro-social, onde indivíduos sem ligação sócio-afetiva se comovem com uma realidade de sofrimento e tentam amenizá-la.




Autoras: Mirian & Thallytta (2o período) 

Comportamento Pro-social: Porque as pessoas ajudam?

    NORMA DA RECIPROCIDADE, AJUDANDO ALGUEM A PROBABILIDADE DE SER AJUDADO É MAIOR.

 NORMAS SOCIAIS, O COMPORTAMENTO APRENDIDO.
SELEÇÃO DE PARENTELA, AJUDANDO PRIMEIRO NOSSO ENTES.

ALTRUISMO O PURO MOTIVO DE AJUDAR.


    Segundo a Psicologia Social, o ser humano ajuda, dentre outros motivos, para se sentir bem. Mas quando nos deparamos com uma imagem de uma criança, sem preconceito ou esquemas que não têm qualquer qualquer coisa capaz de afastá-la de seu colega, qualquer teoria ou grande pesquisa se torna apenas um grão de areia na dimensão desse sentimento. Este fenômeno precisa de um número ainda maior de investigações para ser compreendido.


Autora: Katielly (2o período)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Anna Freud (1895-1982)



     Anna Freud nascida no dia 3 de dezembro de 1895 na cidade de Viena na Áustria, era a caçula de seis filhos de Sigmund Freud e Martha Freud, quando jovem foi analisada pelo próprio pai, já que este é considerado o pai da psicanálise, e seria muito constrangedor para outra pessoa saber segredos do principal nome da psicanálise. Era uma grande devota de seu pai e nos anos que antecedem sua morte Anna foi o braço de Freud, pois tinha uma grande relação com o pai. Anna manteve uma relação muito intima com Dorothy Burlingham por mais de cinquenta anos e viveram sob o mesmo teto as últimas décadas de suas vidas. Esse fato, embora fosse do conhecimento de muitos, a conotação de serem lésbicas sempre foi negada.
     Anna Freud seguiu os passos do pai sendo um nome muito importante para a psicanálise pós-freudiana, quando jovem lecionou para séries primárias, o que lhe permitiu um acompanhamento diário de crianças, fazendo que se interessasse mais cedo pela psicologia infantil. Esteve ligada a Sociedade Psicanalítica de Viena nos anos de 1925 a 1928, onde publicou em 1927 um artigo que a fez se aproximar cada vez mais da psicologia infantil. Anna dirigiu uma escola maternal experimental para crianças menos favorecida da cidade de Viena presidiu também a Hampstead Child Therapy Clinic, clínica especializada na pesquisa e formação no meio da psicanálise infantil.
     Teve várias controvérsias com o estudo de Melanie Klein em relação ao modo como eram realizadas as técnicas psicoterapêuticas com crianças. Anna com a ajuda de Dorothy fundou a Hampstead Nurseries, uma instituição com o intuito de acolher crianças órfãs e que os pais estavam ausentes. No início de sua obra fez estudos direcionados para ansiedade e seus vários tipos, e como estes vários tipos de ansiedade interferem no Ego que, para se defender, utiliza de vários mecanismos de defesa para combater os diferentes tipos de ansiedade (ansiedade superegóica ou moral, ansiedade real e ansiedade puncionais).
    Anna Freud veio falecer no dia 09 de outubro de 1982 em Londres, vestida com um casaco que era de seu pai, que havia guardado como recordação, deixando varia obras importantes como: O Ego e os Mecanismos de Defesa (1949), Perturbações Psicológicas na Adolescência (1969).
Algumas fotos de Anna Freud com seu pai Sigmund Freud, com Dorothy Burlingham e outras imagens.
Um vídeo bem legal feito pelos alunos do Centro de Ciências da Saúde Psicologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia mostra um resumo bem legal da vida de Anna Freud tanto sua vida profissional como pessoal.
Referências Bibliográficas