domingo, 5 de dezembro de 2010

James McKeen Cattell (1860-1944)

Nasceu em Easton, Pensilvânia no ano de 1860. Após sua formatura, ganhou uma bolsa para Universidade Johns Hopkins em 1882. Sua experiência com drogas fez com que seu interesse por psicologia aumentasse. Iniciou trabalhos simples para estudar os processos mentais, tais como nomear objetos ou cores, muito influente na psicologia como administrador da ciência psicológica e um grande organizador, fazia uma ligação entre a psicologia e a comunidade cientifica.
     Preocupado com a capacidade humana estudou os processos mentais e os efeitos das drogas nos mesmos. Ajudou a fundar a APA e logo depois se tronou secretário e diretor, em 1902 foi presidente da NYAS, pelo grande trabalho de promoção das ciências. Foi um dos grandes responsáveis de promover a imagem de psicologia como ciência, com isso ajudou a fundar a Associação Americana de Professores Universitários, para que professores tivessem uma maior capacidade decisória.
     Ajudou a fundar e editar revistas de associações com seus próprios lucros que ainda estão por aí até hoje.

Autor: Otávio (1o período)

O estudo de Breuer no caso Anna O


     Bertha Pappenheim Ficou conhecida pelo pseudônimo Anna O. após um  estudo de histeria realizado  pelo médico e psicólogo Josef Breuer com a ajuda de Sigmund Freud, que tinha Breuer como a figura de seu pai. Ambos discutiam casos a respeito de seus pacientes inclusive da paciente  de  21 anos , Anna O.
     Esta era muito bonita e inteligente, porém apresentava sintomas de histeria (paralisia, perda de memória,deteriorizaçaão mental, náuseas , distúrbios visuais e orais). Durante o tratamento descobriram que os primeiros sintômas apareceram depois da morte de seu pai. O tratamento foi iniciado com o método hipnótico para que se pudesse enterder as origens dos sintomas, durante as sessões percebeu-se que que a histeria tinha um envolvimento com seu passado, diante desse  fator os sintomas foram reduzidos  ou até mesmo eliminados. Anos depois Breuer disse a ela que não podia continuar o tratamento dela devido a aproximidade que os dois tinham adiquirido.
    Análises posteriores  revelaram que Anna não foi curada atráves do método catártico, e que após Breuer deixar de tratá-la, ficou viciada em morfina. O relato de Breuer sobre Anna O foi de suma importância para o desenvolvimento da psicanálise por ter aprofundado no estudos sobre histerias e por desenvover o método catártico. Freud adotou os métodos de Breuer(hipnose e catártico) mas ficou insatisfeito com o método hipnótico, pois raramente obtia-se a cura e sim o àlivio. Também descobriu que não era possível hipnotizar a todos, mas apenas aqueles que possuem um poder de concentração maior.  Diante desse problema, Freud abandonou a hipnose e  adotou  a técnica de livre associação (técnica em que o paciente diz o que vem a sua mente). O objetivo desse sistema ultilizado por Freud era trazer o pensamento reprimido causador de histeria do paciente.
   Com essa análise, descobriu-se que as histerias (neuroses) decorriam de um conjunto de lembranças que remetiam à infância, ligadas aos fatores sexuais. Chegou à conclusão de que "os distúrbios neurótico são originados nos fatores sexuais’’.
    Porém Freud e Breuer discutiram sobre  a convicção de ser ‘’exclusivamente limitado  ao sexo, o comportamento neurótico’’ não convencendo Breuer, pois esse acreditava que não era o sexo a única explicação, rompendo então o laço de  amizade entre os dois. Freud viria a reconhecer mais tarde e publicamente o trabalho de Breuer sobre a histeria.
    Ao saber da morte de Breuer Freud ficou tocado e pediu desculpas aos filhos de Breuer. O trabalho de Breuer  foi fundamental principalmente na psicanalise no âmbito da histeria, sendo o maior responsável, é claro, que com a ajuda de Freud pelo resultado obtido no estudo das histerias e neuroses.

Autora: Elisen (1o período)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A solução dos preconceitos


     O preconceito pode ser considerado um comportamento que age como mecanismo de sobrevivência, nos fazendo preferir nossa própria família, raça, religião e tratando os outros com indiferença e hostilidade.

     É um comportamento aprendido, muitas vezes passado pelo exemplo dos pais para os filhos, como modelos, em quem eles se espelham. Mas nem sempre é retido até a vida adulta!

     Um passo fundamental é a criação de grupos baseado em características. Os INTRAGRUPOS (pessoas que fazem parte de um mesmo grupo) acreditam que as pessoas do EXTRAGRUPO (pessoas que não fazem parte do mesmo grupo) são todas iguais, criando assim os ESTEREÓTIPOS.

     Estereotipagem é a forma de generalização em relação a um grupo de pessoas com características idênticas, atribuindo – as, a todos desse meio, sem exceção ou levar nada em consideração.

     O preconceito, sem dúvida, está presente em todos os lugares. Mas há alguns modos de fazer com que seja reduzido. O Contato, por exemplo, faz diminuir a hostilidade, na questão da interdependência mútua e objetivo comum, onde todos devem se unir para conseguir realizar algo; a Igualdade de Status, Contatos Múltiplos, Contatos Interpessoal Informal, Normas Sociais de Igualdade.


Enfim, seguindo essas condições, os grupos hostis reduziram esses comportamentos discriminatórios.


Autoras: Kêssia e Samara (2o período)

Propaganda e Análise Comportamental


Precisa mesmo do modelo 2011? A aplicação científica dos princípios da Análise Comportamental nas campanhas publicitárias, que a princípio são para apresentar informações específicas de um produto ou serviço, partiu do próprio Watson, seu fundador, que desenvolveu na psicologia a teoria de que o comportamento é gerado pelo condicionamento, controlado pelo estímulo-resposta. Propaganda com behaviorismo, uma busca em conquistar a fidelidade ou aceitação de novos produtos pelo seu público-alvo, com as associações que forem possíveis, as mais comuns são a identificação do consumidor com o produto, ligar a marca a reforçadores e criar ou ressaltar uma necessidade.
O controle por propaganda não está só no mercado, na política a maior evidência foi a propaganda nazista, para divulgar a ideologia e a estética nazista na Alemanha da II Guerra. Além da oportunidade de promover saúde e segurança pública, ao apresentar o prejuízo do uso ou desuso de certo objeto ou hábito, como outdoors contra anorexia ou de valorização da vacinação.
As leis já não toleram promoções com estímulos indiscriminados, lembre-se da associação do comportamento de fumar com sucesso em esporte e em conquistas amorosas, quando na verdade o cigarro gera prejuízos cardiorrespiratórios e impotência sexual. 

Grife Italiana "No-l-ita" pelo "desuso" da anorexia.
Modelo francesa - Isabel Caro

"Viva o lado da vida"
Coca-cola é igual ao lado bom?

O poster da década de 30 dizia:
"Vida londa à Alemanha!"


Embora o behaviorismo forneça métodos consideráveis, não é possível controlar com o mesmo rigor do laboratório de Skinner, a interferência de variáveis, como redes sociais da internet, tanto no nível do estímulo quanto do reforço, tornando a adesão do consumidor indefinita, é indispensável que os produtos e serviços sempre se reapresentem.

Autora: Jeane Vieira (1o semestre)

“O Caso de Anna O.”

     Anna era uma mulher de 21 anos, inteligente e atraente, apresentava sintomas profundos de histeria, incluindo paralisia, perda de memória, náuseas e distúrbios visuais e orais. Os sintomas apareceram quando ela cuidava do pai que estava morrendo, alimentava por ele uma espécie de paixão.
     O Caso de Anna O. foi importante para o desenvolvimento da psicanálise por ter apresentado a Freud o método catártico, a chamada cura por meio da conversa.
     O médico Josef Breuer, começou o tratamento usando hipnose, ele pensava que enquanto estivesse hipnotizada, ela se lembraria das experiências especificas que pudessem ter originado alguns dos sintomas. Se sentia aliviada  ao falar sobre as experiências durante a hipnose, relatava os incidentes perturbadores ocorridos durante o dia, referia-se as conversas como uma limpeza de chaminé ou o que chamou de cura da palavra. De acordo com o seguimento das  sessões, os incidentes de que Anna se lembrava estavam relacionados com pensamentos  que repudiava. Revivendo as experiências perturbadoras durante a sessão de hipnose, os sintomas eram reduzidos ou eliminados.
     E então Anna exibia o que se tornou conhecida como transferência positiva (processo pelo qual um paciente responde ao terapeuta como se ele fosse uma pessoa importante “como o pai ou a mãe” em sua vida). Nesse caso ela estava transferindo o amor que sentia pelo o pai para Breuer, que teria sido incentivada pela semelhança de ambos.  
     Análises posteriores revelaram que Anna O. (cujo nome verdadeiro era Bertha Pappenheim) não foi curada com os tratamentos catárticos. Ele acreditava que  Bertha enlouquecera e sofreria até morrer. Ela superou os problemas emocionais, tornou-se assistente Social e feminista, escreveu uma peça sobre os direitos da mulher e acabou sendo homenageada com a criação de um selo postal alemão.

Autora: Priscila (1o período)

Anne Anastasi e a Psicologia

     Nasceu em Nova Iorque, EUA, em 19 de dezembro de 1908 e faleceu naquela cidade em 04 de maio de 2001. Ela ingressou na faculdade com 15 anos e recebendo o doutorado com 21. Decidiu torna-se psicóloga por influencia de um professor (Harry Hollingworth). Entre 1930 e 1938, lecionou na Faculdade Barnard da mesma Universidade pelo salário de 2.400 dólares (o equivalente, hoje, a 33.600 dólares, posteriormente, foi professora assistente e chefe do Departamento de Psicologia, na Faculdade de Queens da Universidade da Cidade de Nova Iorque. 

   Em 1947, foi para Fordham University como professora adjunta de psicologia, ministrando as disciplinas Testes Psicológica, Análise Fatorial, Psicologia Diferencial, Psicologia Aplicada e Estatística. Entre 1968 e 1974, dirigiu o departamento daquela Universidade e, em 1979, aposentou-se como professora jubilada, com o título de Doutora Honorária da Ciência.
Ao longo da sua carreira, foi-lhe ainda concedido o doutoramento (honoris-causa) pela Universidade Vilanova (estado de Pensilvânia), Universidade de Windsor (Canadá), LaSalle College (Quebeque) e Cedar Crest College (Allentown, no estado da Pensilvânia). Recebeu alguns prêmios e, em 1897, foi-lhe atribuído a Medalha Nacional para a Ciência, pelo presidente Ronald Reagan, pelo seu desempenho na psicologia diferencial, vista como uma ciência comportamental. Na sua investigação científica, Anne Anastasi deu a conhecer a importância dos factores ambiental e experimental no crescimento psicológico, encarando a psicologia como uma ciência comportamental quantitativa. Na sua base teórica, estudou aprofundadamente a construção de testes psicológicos e respectivas utilizações correctas.
 Apresentou relevante contribuição conceitual para compreensão das influências dos fatores ambiental e experiencial no desenvolvimento psicológico. Seus fundamentos teóricos discutem a construção de testes psicológicos e as suas apropriadas aplicações. Entre as obras consideradas textos clássicos estão: Psicologia Diferencial, Campos da Psicologia e, principalmente, Testes Psicológicos.


     Anastasi casou-se, em 1933, com o psicólogo John Porter Foley Jr., colega de doutorado na Columbia University. Ela considerava o seu casamento uma experiência enriquecedora, Um ano depois que Anastasi se casou, com 25 anos de idade foi diagnosticada com câncer cervical. O tratamento fez com que não conseguiu ter filhos.contudo, via o câncer como “uma das principais razoes para seu sucesso” mulheres de sua geração freqüentemente tinha que escolher enter a maternidade e a carreira.a escolha havia sido feita por ela, e agora ela estava livre para se concentrar na sua carreira sem conflitos ou culpa.

Autora: Hélida (1o período)

A Evolução da Juventude

    
 Com o passar dos anos, a juventude em questão foi evoluindo. Não somente nos aspectos biológicos, mas também nos aspectos sociais.  
     Os gostos que nós temos são totalmente diferentes do que os nossos pais tiveram na época em que eles eram jovens, um belo exemplo disso é a vida digital, em que muitos de nós, os jovens atuais, temos hoje em dia.  Redes sociais tais como: Facebook, My Space, Orkut e muitos outros, fazem parte do nosso cotidiano hoje em dia, na época tanto dos nossos pais, quanto dos nossos avós, isso não existia. Como também a experiência sexual. Há algum tempo atrás era normal pessoa de 20 anos ou mais virgm, hoje os jovens estão iniciando a vida sexual prematuramente, vemos garotos e garotas de 15 anos que possuem uma vida sexual bem ativa. 
     Porém, não temos somente isto. As brincadeiras de hoje em dia também já não são mais as mesmas de outr’ora . Na década de 90 brincávamos de galinha choca, jogávamos bolinhas de gude (vulgo biloca), pula carniça e por aí vai, mas hoje em dia devido à tecnologia, muitas dessas brincadeiras foram extintas. As crianças, como os adolescentes estão tão envolvidos como a vida digital, que esquecem, ou não aprenderam esse tipo de diversão. Mas é normal, ver jovens discutindo sobre evoluções dos celulares, computadores, jogos  e etc. Não que isso seja ruim, pois com a evolução da tecnologia, temos vários jovens antenados as necessidades que sociedade moderna busca. 
     Outro fator de suma importância na juventude de hoje em dia é a desvinculação dos grupos, apesar de ainda serem notados alguns grupos como os emos, os rockeiros, os skatistas, os nerds, os playboys, os funkeiros e por aí vai; não é tão forte como era nos anos 80, onde os grupos eram totalmente divididos e não tinha um “intercâmbio” entre eles, hoje é normal  ver um emo junto dos skatistas, um funkeiro junto dos rockeiros. Será que temos muito a evoluir ainda? Será que a juventude de alguns anos a frente será totalmente diferente do que somos hoje? Apenas vivendo para saber.


Autores: Luis Felipe e Daniela Nunes (2o Período)